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SINAL VERMELHO NA SELEÇÃO BRASILEIRA SUB-20

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Às vésperas do Mundial e a um ano dos Jogos Olímpicos do Rio, a seleção brasileira sub-20 dá sinais de que está muito longe de ter condições de lutar por esses títulos.

A derrota por 3×0 para a Colômbia na última rodada do Sul-Americano sub-20, disputado no Uruguai, foi apenas o desfecho melancólico de uma campanha muito fraca. A quarta posição só não foi pior porque garantiu a últimas das vagas do continente para o mundial, ao contrário do vexame do Sul-Americano anterior.

Técnico brasileiro não consegue montar uma equipe forte para o sul-americano. FOTO: Andres Stapff / Reuters
Técnico brasileiro não consegue montar uma equipe forte para o sul-americano. FOTO: Andres Stapff / Reuters

O Brasil primou pela força e não pela técnica, não apresentou bom futebol e pior: não teve nenhuma revelação. Isso mesmo. Kennedy, Thalles, Yuri Mamute, Lucas Evangelista, Marcos, Malcoln, Gabigol, Marcos Guilherme… O time de Alexandre Gallo não tinha nenhum atleta pronto para ser apontado como destaque. Nenhum sequer pode ser cogitado para o time de cima. Preocupante.

Em casa, Uruguai joga bem mas fica fora dos Jogos Olímpicos. FOTO: Matilde Campodonico / AP
Em casa, Uruguai joga bem mas fica fora dos Jogos Olímpicos. FOTO: Matilde Campodonico / AP

Enquanto isso, o Uruguai, que chegou a última rodada com chances de título e acabou terminando em terceiro, apresenta bons destaques como o zagueiro Lemos, o volante Nandez, os meias Castro e Pereiro e o atacante Acosta. Já a Colômbia, vice campeã, tem eu seu atacante Rodrigues suas principais esperanças. De quebra, ainda garantiu vaga na

Colômbia surpreende e vai à repescagem. FOTO: Andres Stapff / Reuters
Colômbia surpreende e vai à repescagem. FOTO: Andres Stapff / Reuters

A Argentina não tem do que reclamar. Com o título e as vagas no Mundial e nos Jogos Olímpicos, os objetivos na competição forma mais do que cumpridos. Mas o mais importante e a nova geração de grandes atletas que a Argentina vem formando. Os três maiores destaques dela são o artilheiro da competição, Giovanni Simeone – filho do técnico do Atlético de Madrid -, Tomás Martínez e Angel Correa, craque da competição e maior promessa dessa geração.

Campeões, argentinos apresentação uma nova geração de alta qualidade. FOTO: AFA
Campeões, argentinos apresentação uma nova geração de alta qualidade. FOTO: AFA

Não dá para falar da competição sem citar os episódios de racismo da torcida e de jogadores uruguaios, principalmente contra os brasileiros. Algo inexplicável. Ainda mais vindo de um povo como o uruguaio.

Agora temos um Mundial e uma Olimpíada (onde só estamos por que seremos a cidade sede) e ainda não temos um time. O técnico Gallo terá que trabalhar muito, não só por títulos, mas para garimpar revelações.

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