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DIA DA BARREIRA DE ALÁ E DO RECORDE DE KLOSE

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Quanto mais se joga na Copa do Mundo do Brasil, mais se surpreende. Que dia! Tudo o que não se esperava voltou a acontecer e aquilo que já se previa acabou acontecendo melhor ainda.

A Bósnia, que para qualquer pessoa lúcida era dona da segunda vaga do grupo G, vai voltar para a casa mais cedo. Com a derrota para a Nigéria por 1×0, em Cuiabá, o time estreante perdeu todas as chances de classificação. O inesperado fracasso veio depois do juiz anular o gol legal de Dzeko, que poderia mudar a história do jogo. Já o gol de Odemwingie, além de manter os “Águias” vivos, garantiu a primeira vitória nigeriana em Copas desde 98.

O nome do gol da vitória nigeriana. FOTO: Reuters
O nome do gol da vitória nigeriana. FOTO: Reuters

Quem vai tentar evitar a classificação da Nigéria é o surpreendente Irã. Treinado pelo retranqueiro português Carlos Queiroz, o time iraniano conseguiu conter o poderoso ataque argentino por 92 minutos. O time da Argentina mal conseguiu chegar ao goleiro Haghighi e, por três vezes, quase viu a casa cair nos contra-ataques puxados por Dejagah, que pararam nas defesas de Romero. Quando parecia que veríamos outra zebra, o Mineirão com cara de Bombonera viu Messi decidir de novo. Na sua última chance, o craque argentino arrumou espaço onde não havia e acertou um chute indefensável, para garantir a classificação portenha. Injusto, tendo em vista a atuação histórica do Irã.

O salvador argentino. FOTO: FIFA
O salvador argentino. FOTO: FIFA

A vida também não foi fácil para a Alemanha, em Fortaleza. Muito mais difícil que a estreia contra Portugal foi o jogo contra Gana, no reencontro dos irmãos Boateng. Quando Gotze abriu o placar, parecia que a máquina alemã ia começar a funcionar, mas na verdade o gol serviu para acordar Gana. Ayew empatou de cabeça e Asamoah Gyan virou, tornando-se o primeiro africano a marcar em três Copas diferentes e o maior artilheiro do continente em mundiais, ao lado de Milla. Poderia ter sido mais se não fosse Neuer e as chances desperdiçadas. Foi ai que a história foi reescrita. Miroslav Klose entrou e marcou o seu 15º gol em Copas, se igualando a Ronaldo como o maior artilheiro da história dos mundiais. E quase marcou o 16º. No fim das contas o jogão terminou empatado, o que ficou de bom tamanho para as duas seleções.

E assim foi mais um dia dessa Copa mais louca dos últimos tempos.

O homem gol, o definidor, o maior artilheiro das Copas. FOTO: Getty Images
O homem gol, o definidor, o maior artilheiro das Copas. FOTO: Getty Images

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